terça-feira, 11 de novembro de 2008

Contradição Mor


Tudo oque almeijava era ficar debaixo de uma mascara e um cobertor, não socializar, apreciar, sentir oque seria ser invisivel, porém o tal do Antônimo foi quem deu as caras.

Óculos escuros no escuro iludiam os olhos em pensar em que eles não enxergavam como não eram enxergados, no dia seguinte ficou sabendo.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Sobre isso


Vestuário, música, filosofia, ideologia ou algo mais?

Certo é que à algum tempo se tornou algo pejorativo, até porquê os mais novos simpatizantes, levaram para uma diretriz diferente do que a proposta do seu inicio, creio eu que, exageradamente.

Talvez seja uma coisa passageira, será apenas relembrada como um estilo abrangente daquela determinada época, como aconteceste com o grunge, punk e outros igualmente taxados com preconceito.

E irá ser sempre assim, à cada mais nova criação de tendência que se encontre de uma forma coativa com o paradigma social, será meramente rejeitada de uma forma torpe, fútil, preconceituosa e retrogada.

Podemos citar várias figuras passadas como Renato Russo, Cazuza, e mais dezenas, que viveram em outro contexto, e até hoje, é relembrado e exuberado pelas suas belas canções com o seu leve toque de protesto contido nelas. Será que iniciando suas carreiras em um momento como este, ainda veríamos as suas figuras como um dos sublimes do rock brasileiro ou seriam apenas mais um no qual esteriotiparíamos como emo? Pelo o grau de ignorância que vejo hoje, concerteza é desnecessária a resposta.

Soará como clichê, mas não vejo a necessidade de se adequar à um rótulo. Tentar ver e contrair a beleza de tudo é o mais válido, oque não deixa de acontecer com música, concerteza todos os tipos musicais há do que se aproveitar, e se dizem que emo é relacionado à emoção, digo que sou o emo em pessoa.

sábado, 1 de novembro de 2008

Apenas uma vez


Resgate o espiríto de tocar, fazer letra, gravar, fazer show, nada grande, apenas algo caseiro.

Ja há um tempo que penso dessa forma, não sei se pela concorrência, desistência de shows grandes e tentar viver disso, talvez. Mas percebi que apenas o fato de tocar com amigos, encontrar outros amigos lhe assistindo e mais pessoas anônimas conhecendo um pouco mais de você, isso já conta muito. Valoro a simploria companhia, isso faz bem.

Ser um cara estranho tambem é algo interessante, principalmente quando este estranho, de uma forma ingênua, surpreende à alheios, e à estes restam lhe olhar de uma forma horizontal e não mais vertical (dos pés à cabeça).

Por vontade própria, por mais insuficiente que seja na questão de finanças, não poupe de ganhar um sorriso e um bem-estar interior. Não estamos nesta esfera apenas para nos satisfazer egocentricamente, lembrar do próximo que lhe apoia e lhe dar suporte é contudente e de certa forma um meio administrativo de vinculos positivos. Satisfazendo estas, automaticamente estará se satisfazendo de uma forma mais espôntanea e sábia, conexo com um sorriso.