Ordene como as coisas estão, foram e virão a ser.
Nada é em vão, como é rezada pela legislação natural e universal de todos os cosmos neste sublime e infindável 'todo', sintetizamos os nossos futuros problemas particulares visando criar anticorpos contra eles, ou seja, por mais catastrófico e injusto que pareça ter sido, necessário era. Talvez por motivos de vidas passadas ou de vidas em que estão por vim.
Análogo à uma imensa faculdade auto-didática-terápica, onde és o próprio aluno/professor, e, onde, o instinto é quem cria o grau de dificuldade das aulas, provas e suas respectivas notas. Apresentarás a monografia ao impecável reitor no lugar onde os ventos batem mais fortes, em um tempo desconhecido, porém, segundo ele, o mais cabível.
O indice reprovativo é nulo, pois por mais que seu desepenho tenha parecido ser insuficiente, sempre terá o de que acolher, pois, são somas cronologicamente constantes, logo, sem motivo é, falar de reprovação e sim de uma pós-graduação, onde dependendo de suas necessidades, será, adequadamente encaminhado para o campus mais viável.
Pode-se falar que a pós é algo permanente, ou pelo menos algo sem data previsível de validade e fim, uma vez que, ainda somos incapazes de encontrar os nossos limites, ou de saber se estes realmente existem. Não por motivos de incompetência, mas sim, pela duradoura e ininterrupta mutação em que somos experimentados.
Pois, infeliz aquele despretencioso.
domingo, 7 de dezembro de 2008
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